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Embasamento Conceitual

A abordagem sistêmica é uma maneira de resolver problemas sob o ponto de visita da Teoria Geral de Sistemas. Muitas soluções surgem quando observamos um problema como um sistema formado por elementos, com relações, objetivos e um meio-ambiente. Esta abordagem prevê que os problemas sejam dividimos em problemas menores e que sejam identificadas as partes do sistema que fazem a diferença. Um exemplo clássico é o cavalo de Tróia na guerra entre gregos e troianos. A diferença ocorreu quando gregos entenderam que o sistema (a cidade de Tróia) era composto não apenas por muros altos e fortes portões, mas também por pessoas supersticiosas e religiosas. Também é necessário ficar atento aos detalhes. Num supermercado, de nada adianta um sistema automatizado se não houver uma caneta para o cliente assinar o cheque. Já a visão do todo (visão holística) permite entender como as partes se relacionam. Se alguém está perdido numa floresta, sobe numa árvore para poder enxergar onde está a saída. Por fim, fazer analogias, ou seja, reusar soluções em problemas similares, com alguma adaptação da solução também é fator de sucesso.

Crenças e valores podem limitar a visualização de caminhos transformadores, impedindo o progresso do indivíduo e das comunidades. A psicologia positiva revela que é possível transcender os limites auto-impostos ao vencer determinadas convicções. Ela permite explorar forças na mente humana como, por exemplo, o talento, a sabedoria e a sensibilidade para o belo, com a finalidade de compreender o seu alcance e os efeitos que pode provocar no cotidiano de cada pessoa. Assim, é possível superar antigos preconceitos, abordando temas anteriormente desprezados pela nossa cultura.

A inteligência coletiva desenvolveu-se à medida que a linguagem evoluiu. Ela é a partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado; e progride quando há equilíbrio entre cooperação e competição. Para exemplificar, citamos a comunidade científica, capaz de trocar idéias (= cooperar) porque tem a liberdade de confrontar pensamentos opostos (= competir) e, assim, gerar conhecimento. Os ambientes organizacionais necessitam cada vez mais de pessoas que lancem idéias e resolvam questões coletivamente. Isto porque no mundo atual o capital intelectual (as idéias) é o capital mais importante, e que só pode ser adquirido quando as pessoas pensam em conjunto. As tecnologias atuais favorecem o desenvolvimento da inteligência coletiva.